• Flora Quinhones

APROVADO REGIME DE URGÊNCIA PARA PROJETO QUE PRIORIZA SERVIDORES PÚBLICOS DE SEGURANÇA NA VACINAÇÃO

Atualizado: 21 de jun.

O projeto de lei que garante prioridade na ordem de vacinação para servidores de segurança pública, proposto pelo vereador Ricardo Blattes, teve seu pedido de urgência aprovado por unanimidade no parlamento de Santa Maria. Agora, o projeto segue em tramitação, mesmo sob as restrições impostas ao funcionamento da Câmara pela bandeira preta.


Em sua manifestação online da terça-feira, dia 09, Blattes colocou em pauta a ordem de vacinação entre os projetos que priorizam a imunização para servidores de segurança pública, professores e serviços essenciais.

O vereador afirmou que a câmara tem a responsabilidade de dizer que há pouca vacina. E se não tem pra todo mundo, para quem será primeiras doses.

Ricardo propôs uma conversa com os vereadores Paulo Ricardo e Luci Duarte, proponentes dos demais projetos de priorização da vacina. Assim os 3 podem trabalhar em conjunto para que as propostas possam tramitar de maneira séria e com segurança jurídica na prefeitura. “Não pode acontecer de chegar os projetos no executivo: e se todo mundo for prioritário, ninguém é prioritário mais! Então acho importante nos debruçarmos em colocar uma ordem e garantir segurança para toda a população de Santa Maria. Seja qual for o critério é preciso ter um critério”, declarou o parlamentar.

Questionado sobre como fazer isso, Blattes sugeriu que se façam reuniões com profissionais da saúde e economia para que se tenha um desenho de qual a melhor estratégia de priorização para o Município.

O vereador ainda fez uma ponderação sobre a problemática também ser de responsabilidade do legislativo: “As autoridades públicas têm que se envolver no problema e nós estamos incluídos a também achar uma solução. Não é fácil! Quando falta vacina, qualquer solução vai fazer injustiça para alguém. Alguém vai se sentir menos prestigiado e eventualmente injustiçado. Não é isso que queremos! Queremos vacina para todos e todas. Mas precisamos colocar uma ordem de prioridade”.