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  • há 10 horas
  • 3 min de leitura

Acompanho Copas do Mundo de Futebol desde 1990, quando eu tinha 9 anos, na edição realizada na Itália.


Havia uma grande ansiedade em torno do time do Brasil, que não era campeão desde o tricampeonato de 1970. Com 24 seleções divididas em 6 grupos, além dos dois primeiros de cada grupo, se classificavam também os quatro melhores terceiros para completar as chaves de oitavas de final.


Na primeira fase o Brasil fez a sua parte e chegou em primeiro depois de vencer Suécia, Costa Rica e Escócia. Estava classificado para as oitavas de final para enfrentar a Argentina, que vinha defender o seu título de 1986, mas que na fase de grupos chegara em terceiro, depois de perder para Camarões, ganhar da Rússia e empatar com a Romênia.


Com uma assistência de Maradona e gol de Canigia, acabou a Copa do Mundo para o Brasil, que caia nas oitavas de final. A Argentina chegaria até a final, e perderia para a Alemanha, recém unificada depois da queda do muro de Berlim.


Pois passados 36 anos, a Copa do Mundo de 2026 tem 48 seleções, que estavam divididas em 12 grupos, todos com 4 equipes. Além dos dois primeiros de cada grupo, também se classificaram os oito melhores terceiros colocados.


E é aqui que começa o encanto da Copa do Mundo, quando há os chaveamentos e os jogos eliminatórios. Dois tempos de 45, mais acréscimos. Se não houver vencedor, mais duas prorrogações de 15 minutos e se persistir o empate, decisão por pênaltis.


E o encanto do futebol é que não basta ter o melhor time, pois nem sempre o melhor vence. A possibilidade de um time grande perder e ir embora é o que faz da Copa do Mundo ter histórias inacreditáveis.


Um pouco diferente de 1990, em 2026 temos o dobro de participantes, portanto, muito mais jogos. E assim surge pela primeira vez as tais dezesseis avos de final, classiificatória para as oitavas de final, que dará vaga nas quartas, cujo vencedor irá às semi-finais e finalmente garantirá uma faga na final da Copa do Mundo.


Ou seja, passada a fase de grupos da Copa de 2026 restam 32 equipes, mais do que havia em toda a Copa do Mundo de 1990!


Pela primeira vez, além de ter de passar pelas Eliminatórias, para que uma equipe se sagre campeã terá que passar por 8 jogos, os 3 primeiros na fase de grupos e o longo caminho do mata-a-mata (que na verdade é só 'mata', pois jogo único e eliminatório) até a final.


E nesse segundo dia de dezesseis avos de final, três jogos fantásticos. O Brasil, que se classificou em primeiro do grupo venceu o Japão de virada com um gol no último minuto do tempo regulamentar. Em seguida o Paraguai, que havia se classificado em terceiro no seu grupo, saiu na frente e cedeu o empate para a Alemanha, que havia se classificado em primeiro lugar no seu grupo. Paraguai se classificou nos pênaltis, eliminando a Alemanha!


No final da noite a equipe de Marrocos que ficou em segundo no grupo do Brasil, enfrentou a Holanda, que havia ficado em primeiro no grupo do Japão. Holanda fez o gol e cedeu o empate para Marrocos no último minuto do tempo regulamentar. Foram para prorrogação e persisitiu o empate. Nas cobranças de pênaltis, dois erros para os marroquinos e dois para os alemães nos cinco primeiros de cada time. Na disputa alternada, deu Marrocos.


Assim é o futebol, assim é a Copa do Mundo, derrubando favoritos.








 
 
 
  • 22 de mai.
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 21 horas

Sim, eu já tinha ouvido falar sperficialmente sobre o movimento Slow Food, mas foi a partir da notícia da morte do seu fundador, Carlo Petrini, que passei a me interessar um pouco mais.


O movimento Slow Food surgiu em 1986 como um protesto contra a abertura do primeiro McDonald's na Itália. A lanchonete da rede de fast food ficava no centro histórico de Roma. A iniciativa promove alimentos de qualidade, ingredientes genuínos e produtos locais. O grupo passou de uma pequena união de amigos nos anos 1980 para uma rede ativa em mais de 160 países.


Comer bem, tratar bem a si próprio. Parece simples.


Aqui o link da notícia da Folha de São Paulo.



 
 
 
  • 22 de abr.
  • 1 min de leitura

Muito além do que anda sendo publicado sobre os resultados das pesquisas eleitorais de 2026 está o sentimento.


A vida tá boa?

Tá melhor do que estava?

E a partir da eleição, qual o meu sentimento?


Pois tanto faz se é por uma decisão do STF ou pelo estreito de Hormuz, o fato é que o poder aquisitivo está mudando. E também estão mudando os hábitos.

Se a vida está melhorando, estou feliz, mas se o mundo está mudando e eu não consigo acompanhar, isso gera angústia. Então, tanto faz!



 
 
 

Ricardo Lovatto Blattes

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