• Flora Quinhones

O futuro da antiga reitoria

Na manhã de quinta-feira, dia 11, o professor e Pró-Reitor de Extensão da UFSM, Flavi Lisboa, recebeu o vereador Ricardo Blattes para dar continuidade a apresentação do projeto de revitalização da antiga reitoria da UFSM.


A conversa já havia sido iniciada no dia 26 de janeiro, quando em uma reunião online, foi revelada a primeira ideia de reforma do prédio, no qual terá o objetivo de promover um espaço de coworking para iniciativas que envolvam a comunidade.


Agora, o edifício será conhecido como Espaço de Ações Comunitárias Empreendedoras, sendo já aprovado pelo Conselho Universitário. De acordo com Flavi, o principal sentido por trás do trabalho é tornar aquele espaço, um lugar de presença da universidade com a comunidade. “Fazer um investimento como esse na região central da cidade, vai mexer com o centro e com a valorização daquele entorno. É o que a gente enxerga nas grandes cidades, quando centros são abandonados. Um prédio que nem esse, que marcou gerações. Quando ele consegue ser resgatado, ele dá vida pro lugar”, exemplifica o professor.


O projeto prevê um estilo Retrofit, no qual promove um ambiente tecnológico, mantendo a identidade do local. Desta forma, a iniciativa foi apresentada por completo ao vereador, para que se possa pensar em formas de captação de recurso para a reforma.


Ficou estabelecido que será feito um estudo que contemple a questão urbanística da cidade e que possa ligar a rua Alberto Pasqualini com a rua Astrogildo de Azevedo usando o espaço onde fica o garajão. Desta forma o poder público pode se envolver na articulação orçamentária da reforma.


Blattes, por sua vez, reforçou sua parceria pela defesa da iniciativa e frisou a importância de estruturar cada vez mais, para que ele não seja inviabilizado em uma futura gestão da UFSM. “A gente não pode encarar os entraves como impeditivo, a gente tem que trabalhar a viabilidade de fazer acontecer. E se a gente não contrapor com muita força, dando dignidade para esses espaços públicos, é muito fácil de se perder como aconteceu na Casa de Cultura e na Gare”, reforçou Ricardo.


Na conversa, o vereador também questionou sobre a possibilidade de envolver a pesquisa de extensão com o movimento comunitário e de formar estudos em conjunto sobre Santa Maria.


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