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Na manhã desta quinta-feira, dia 12, a Comissão Especial de Resíduos Sólidos esteve reunida com representantes da Prefeitura e empresas prestadoras do serviço, com o objetivo de tratar sobre assuntos pertinentes a temática e contratos.

Estiveram presentes, o Secretário de Mobilidade urbana José Orion Ponsi, o Secretário de Meio Ambiente Guilherme da Rocha, Secretário de Infraestrutura Wagner da Rosa, Superintendente da Corsan José Epstein, Centro de Tratamento de Resíduos. Já as empresas presentes eram a Centro de Tratamento de Resíduos, Associação de Reciclagem Seletivo Esperança e Cooperativa dos Trabalhadores de Recolhimento de Lixo Reciclável.


Blattes foi enfático em tribuna, questionou os secretários quais são as soluções que serão apresentadas para a gestão de resíduos urbanos. Isso porque as responsabilidades dos contratos com empresas de coleta e destinação foram alteradas com a nova reforma administrativa.


“E quem responde por essa confecção de uma nova ordem para a coleta de resíduos sólidos para santa maria? Pois se é a secretaria de infraestrutura e quem responde é o secretário de meio ambiente. Então nós vamos ter que utilizar o artigo 215 do nosso regimento interno e encaminhar a convocação de quem possa nos responder como está sendo feito, se esta sendo contemplada a questão dos catadores . Ora, temos aqui um contrato que vencerá em menos de 20 dias. Qual a solução apresentada para o município”, cobra Blattes dos secretários presentes.

 
 
 

O desafio do retorno às aulas é uma realidade em Santa Maria. Mesmo com a autorização da retomada, ainda há muito o que sanar para que haja tranquilidade para o ensino presencial. Embora saibamos do avanço gradativo da vacinação contra a Covid-19 no município, ainda há outras dificuldades a serem enfrentadas pelos professores, trabalhadores da educação e pela comunidade escolar, que vão desde a readaptação do ensino, passa pela falta de estrutura necessária das escolas, pela imunização ainda não completa, pelos protocolos de segurança a serem cumpridos e esbarra, inclusive, nos problemas de saúde e emocionais, reflexos de um período bastante complicado. Além de superar todos esses obstáculos, os professores ainda terão a árdua tarefa de recuperar a grade curricular nos períodos que virão. Só que para isso é necessário ampliar as políticas públicas na educação e isso começa pelo preparo das escolas ao enfrentar essa nova etapa. No entanto, a realidade das escolas públicas do município não é essa. Faltam recursos e sobram problemas. Portanto, não é seguro que o retorno das aulas seja realizado da forma como está posto. Estudos mostram que uma graúda parcela de educadores apresentam problemas de saúde, inclusive psicológicos, em decorrência da pandemia e associados ao acúmulo de jornadas, isso são fatores que potencializam, inclusive, o risco de contaminação advinda de possível proximidade física entre estudantes e profissionais. Obviamente, que esses efeitos também são notados na comunidade escolar, por isso, o preparo para que essa integração social volte a ocorrer também devem ser observados outros fatores, que não só os cuidados básicos dos protocolos de saúde, como o uso de máscara e do álcool em gel. Cabe ainda alertar a chegada da variante Delta e o perigo que ela representa para as crianças e para quem ainda não está com a imunização completa. Basta lembrar que o estado do Rio de Janeiro havia liberado as aulas presenciais e precisou recuar e voltou a fechar as escolas nesta semana. Desta forma, acreditamos que há a necessidade urgente de serem adotados outros métodos, até que toda a imunização seja completa e, neste período, adequa-se a estrutura das escolas para essa nova etapa do ensino presencial e de forma gradativa. Sem essas garantias de sobrevivência, de vacina no braço e de uma valorização dos professores que nunca pararam de trabalhar durante esse período, pelo contrário. Aumentaram suas demandas para que os estudantes não ficassem sem o primordial do ensino, mesmo com todas as dificuldades advindas, especialmente, pela falta de tempo que tiveram para se adaptar à realidade imposta pela pandemia. Por isso, entendemos que o retorno por completo só deve acontecer no município, quando os professores, trabalhadores da educação e comunidade escolar estejam imunizados completamente e com a estrutura adequada para essa retomada. Tudo isso, em razão da segurança de todas e todos. Bancada do PT – Santa Maria Marina Callegaro, Ricardo Blattes, Valdir Oliveira

 
 
 
  • 6 de ago. de 2021
  • 1 min de leitura

Na sexta-feira, dia 06, o Programa Hora 13 do Canal da Resistência trouxe como convidada Irmã Lourdes Dill, para fazer uma conversa sobre as ideias que a Feicoop e a economia solidária trazem para o desenvolvimento sustentável da comunidade.


Blattes fez perguntas sobre o histórico da FEICOOP e do trabalho desenvolvido para o combate a fome através de iniciativas de economia solidária e cooperativismo.


Irmã Lourdes que é educadora popular do das temáticas, também é coordenadora do projeto Esperança/Cooesperança e do banco da esperança, uma congação que articula os grupos organizados da região central do Rio Grande do Sul e viabiliza a comercialização direta dos produtos produzidos pelos Empreendimentos Solidários no Campo e na Cidade e que fortalecem juntos, com todos os grupos um Novo Modelo de Cooperativismo na proposta Alternativa, Solidária, Transformadora, Autogestionária e do Desenvolvimento Sustentável.


"Eu lembro que quando eu começava o projeto Esperança/Cooesperança, alguns aqui na cidade diziam: isso é um grupo de sonhadores, isso não vai dar certo. E a gente foi lutando e foi lutando. E vou dizer que é com essa teimosia profética que a gente vai avançando. As pessoas que trabalham com a gente, aprendem essa teimosia porque é isso que faz a gente não desistir", relata a irmã sobre os desafios encontrados pela Feicoop ao longo dos anos.



Confira live completa:



 
 
 

Ricardo Lovatto Blattes

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